sábado, 4 de junho de 2016

Jacareí, 01/11/2015 - Mensagem de Nossa Senhora



RÁDIO MENSAGEIRA DA PAZ - ACESSE:


JACAREÍ, 01 DE NOVEMBRO DE 2015
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ

    “Meus queridos filhos, hoje vocês contemplam a Festa de todos os Santos, daqueles que precederam vocês na Glória de Deus. E que amaram a Deus perfeitamente com todo o coração e todo o seu amor e verdadeiramente se tornaram luzes para este mundo envolto em trevas.
     Por isso, hoje, venho dizer-lhes: Imitem os Santos! Tendo como eles o coração cheio da Minha Chama de Amor, que só entrará nos seus corações quando vocês renunciarem a sua vontade, desprezarem as suas opiniões e seu querer para se abandonarem. Ou seja, se entregarem docilmente nos Meus braços e ao Meu querer materno. Para então, Eu poder conduzir vocês pela estrada da santidade até Deus. 

     Se vocês pedirem a Minha Chama de Amor com toda a força da vontade de vocês Ela será dada. E Ela dará a vocês toda a força e o poder para vocês conseguirem todas as Virtudes que os Santos tiveram e fazer todas as obras que Eles fizeram e até maiores ainda.
Porque nesses tempos finais da grande tribulação Eu desejo derramar a Minha Chama de Amor com uma força tal, como o mundo nunca viu até hoje. Por isso, se vocês verdadeiramente pedirem e quiserem a Minha Chama de Amor com toda força dos seus corações, Eu darei esta chama a vocês. E vocês ficarão repletos Dela e crescerão no verdadeiro amor a Deus e a Mim tanto, em tão pouco tempo que vocês como tantos Santos que Me amaram, em pouco tempo atingirão um grande grau de santidade. 

     Imitem os Santos seguindo a vida de oração Deles, de intimidade Deles com Deus e Comigo. Procurem sempre que possível um momento para estarem a sós Comigo na oração. Sobretudo, rezando o Meu Rosário, que sempre foi e será a arma de salvação maior da humanidade e o meio pelo qual o Meu filho Jesus e Eu produzimos as maiores obras de graça e santidade na vida de todos os Santos.
     Um santo que não ama, que não reza o Meu Rosário não pode, não é santo, não pode ser santo. Por isso, Meus filhos, se quiserem ser grandes Santos amem Meu Rosário, rezem o Meu Santíssimo Rosário com o coração e com amor todos os dias e vocês se tornarão grandes santos para a glória de Deus e para o maior Triunfo do Meu Coração. 

     Imitem os Santos, imitando as boas obras Deles, Sua caridade, Seu amor a Deus e ao próximo, Sua vida de escondimento, de obediência, de humildade, de oração profunda. Também, de sacrifício e abnegação, esquecimento de si mesmos. Para que então, verdadeiramente Eu possa transformar vocês nas Minhas Rosas Místicas de Oração, Sacrifício, Penitência, Amor e Santidade, para através de vocês santificar o mundo e levar o mundo todo à salvação.
Por fim, imitem os Santos no Amor abrasador que Eles tiveram para Comigo, especialmente o Meu Afonso de Ligório, o Meu Luís de Montfort e também todos os Santos que por Mim fizeram grandes obras de Amor. Para que assim, verdadeiramente, o Meu Coração Imaculado através de vocês realize o Seu grande Triunfo, que coincidirá com a descida do Espírito Santo, a vitória do Senhor sobre todo o mal e a santificação plena de todos os Meus filhos que Me amam, Me escutam e deixam-se conduzir por Mim.
     Eu, amo a todos vocês com todo o Meu Coração, estou sempre pertinho de vocês, embora vocês não Me vejam. Se tiverem a Minha Chama de Amor vocês Me sentirão presente na vida de vocês, agindo na vida de vocês e este conhecimento, esta percepção da Minha presença junto de vocês dará aos seus corações felicidade, paz e alegria.
     Eu amo a todos vocês e abençoo a todos vocês de Lourdes, de Fátima e de Jacareí.”


    (Marcos ): "Até breve."

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Alguns trechos do maravilhoso Credo Mariano de São Gabriel da Virgem Dolorosa






“Creio, oh Maria, que, como Vós mesma revelastes a Santa Brígida, sois Rainha do céu, Mãe de misericórdia, alegria dos justos e guia dos pecadores arrependidos; e que não há homem tão perverso que, enquanto viva, não tenhais misericórdia dele; e que ninguém abandonou tanto a Deus, que, se vos invoca, não possa voltar a Deus e encontrar perdão, enquanto que sempre será um desgraçado aquele que, podendo, não recorra a Vós.

     Creio que sois a Mãe de todos os homens, aos que recebestes como filhos, na pessoa de João, conforme o desejo de Jesus.

     Creio que sois, como declarastes a Santa Brígida, a Mãe dos pecadores que querem corrigir-se, e que intercedeis por toda alma pecadora ante o trono de Deus, dizendo: Tende compaixão de mim.

     Creio que sois nossa vida, e unindo-me a Santo Agostinho, vos aclamarei como única esperança dos pecadores depois de Deus.

     Creio que estais, como vos via Santa Gertrudes, com o manto aberto, e que sob ele se refugiam muitas feras: leões, ursos, tigres, etc., e que Vós, em lugar de espantá-las, as acolheis com piedade e ternura.

     Creio que através de Vós nós recebemos o dom da perseverança: se vos sigo, não me desencaminharei; se acudo a Vós, não me desesperarei; se Vós me sustentais, não cairei; se Vós me protegeis, não temerei; se vos sigo a Vós, não me cansarei; se vos alcanço, me recebereis com amor.

     Creio que Vós sois o sopro vivificante dos cristãos, seu auxílio e seu refúgio, especialmente na hora da morte, como dissestes a Santa Brígida, pois não é costume vosso abandonar a vossos devotos na hora da morte, como assegurastes a São João de Deus.

     Creio que Vós sois a esperança de todos, sobretudo dos pecadores; Vós sois a cidade de refúgio, em particular dos que carecem de ajuda e socorro.

     Creio que sois a protetora dos condenados, a esperança dos desesperados, e como ouviu Santa Brígida que Jesus vos dizia, até para o próprio demônio obterias misericórdia se humildemente vo-la pedisse. Vós não rejeitais a nenhum pecador, por carregado de desculpas que se encontre, se recorre à vossa misericórdia. Vós com vossa mão maternal o tiraríeis do abismo do desespero, como diz São Bernardo.

     Creio que Vós ajudais a quantos vos invocam e que mais solícita sois para alcançar-nos graças, que nós para vos pedi-las.

     Creio que, como dissestes a Santa Gertrudes, acolheis sob vosso manto a quantos acodem a Vós, e que os Anjos defendem vossos devotos contra os ataques do inferno. Vós saís ao encontro de quem vos busca e também, sem que se vos peça, dispensais muitas vezes vossa ajuda e creio que serão salvos os que Vós queirais que se salvem.

     Creio que, como revelastes a Santa Brígida, os demônios fogem, ao ouvir vosso nome, deixando a alma em paz. Associo-me a São Jerônimo, Epifânio, Antonino e outros, para afirmar que vosso nome desceu do céu, e vos foi imposto por ordem de Deus.

     Declaro que sinto com Santo Antônio de Pádua as mesmas doçuras ao pronunciar vosso nome que as que São Bernardo sentia ao pronunciar o de vosso Filho. Vosso nome, oh Maria, é melodia para os ouvidos, mel para o paladar, júbilo para o coração.

     Creio que não há outro nome, fora do de Jesus, tão transbordante de graça, esperança e suavidade para os que invocam. Estou convencido com São Boaventura de que vosso nome não se pode pronunciar sem algum fruto espiritual. Tenho por certo que, como revelastes a Santa Brígida, não há no mundo alma tão fria em seu amor, nem tão afastada de Deus, que não se veja livre do demônio se invoca vosso santo nome.

     Creio que vossa intercessão é moralmente necessária para salvar-nos, e que todas as graças que Deus dispensa aos homens passam por vossas mãos, e que todas as misericórdias divinas se dão por mediação vossa, e que ninguém pode entrar no céu sem passar por Vós, que sois a porta.

     Creio que vossa intercessão é, não somente útil, mas moralmente necessária.

     Creio que Vós sois a cooperadora de nossa justificação; a reparadora dos homens, corredentora de todo o mundo.

     Creio que quantos não recorram a Vós, como arca de salvação, perecerão no tempestuoso mar deste mundo. Ninguém se salvará sem vossa ajuda.

     Creio que Deus estabeleceu não conceder graça alguma a não ser por vosso conduto; que nossa salvação está em vossas mãos e que quem pretende obter graça de Deus sem recorrer a Vós, pretende voar sem asas.

     Creio que quem não é socorrido por Vós, recorre em vão aos demais santos: o que eles podem convosco, Vós podeis sem eles; se Vós calais, nenhum santo intercederá; se Vós intercedeis, todos os santos se unirão a Vós. Proclamo-vos com São Tomás como a única esperança de minha vida, e creio com Santo Agostinho que somente Vós sois solícita por nossa eterna salvação.

     Creio que sois a tesoureira de Jesus e que ninguém recebe nada de Deus, senão por vossa mediação: encontrando a Vós encontra-se todo o bem.

     Creio que um de vossos suspiros vale mais que todos os rogos dos santos, e que sois capaz de salvar a todos os homens.

     Creio que sois advogada tão piedosa, que não rejeitais defender aos mais infelizes. Confesso com Santo André de Creta que sois a reconciliadora celestial dos homens.

     Creio que sois a pacificadora entre Deus e os homens e que sois o chamariz divino para atrair os pecadores ao arrependimento, como Deus mesmo revelou a Santa Catarina de Sena. Como o ímã atrai o ferro, assim atraís Vós aos pecadores, como assegurastes a Santa Brígida. Vós sois toda olhos, e toda coração para ver nossas misérias, compadecer de nós e socorrer-nos.

     Chamar-vos-ei, pois, com Santo Epifânio: “A cheia de olhos”. E isto confirma aquela visão de Santa Brígida, na qual Jesus lhe disse: “Pedi-me, Mãe, o que quiserdes”. E Vós lhe respondestes: “Peço misericórdia para os pecadores”.

     Creio que a misericórdia divina que tivestes com os homens quando vivíeis sobre a terra, inata em Vós, agora no céu se vos aumentou na mesma proporção que o sol é maior que a lua, como opina São Boaventura. E que, assim como não há no firmamento e na terra corpo que não receba alguma luz do sol, tampouco há no céu nem na terra alma que não participe de vossa misericórdia.

     Creio também com São Boaventura, que não só vos ofendem os que vos injuriam, mas também os que não vos pedem graças. Quem vos obsequia não se perderá, por pecador que seja; ao contrário, como assegura São Boaventura, quem não é devoto vosso, perecerá inevitavelmente. Vossa devoção é o ingresso do céu, direi com Efrém.

     Creio que, como revelastes a Santa Brígida, sois a Mãe das almas do purgatório, e que suas penas são abrandadas por vossas orações. Portanto afirmo com Santo Afonso que são muito afortunados vossos devotos e com São Bernardino que Vós livrais a vossos devotos das chamas do purgatório.

     Creio que Vós, quando subíeis ao céu, pedistes, e obtivestes sem nenhuma dúvida, levar convosco ao céu todas as almas que então se achavam no purgatório.

     Creio também que, como prometestes ao Papa João XXII, livrais do purgatório no sábado seguinte à sua morte aos que portarem vosso escapulário do Carmo. Mas vosso poder vai introduzindo no céu a quantos queirais. Por Vós se enche o céu e fica vazio o inferno.

     Creio que os que se apoiam em Vós não cairão em pecado, que os que vos honram alcançarão a vida eterna. Vós sois o piloto celestial, que conduzis ao porto da glória a vossos devotos na nacela de vossa proteção, como dissestes a Santa Maria Madalena de Pazzi. Afirmo o que assegura São Bernardo: O professar-vos devoção é sinal certo de predestinação, e também a afirmação do abade Guerrico: Quem vos tem um amor sincero, pode estar tão certo de ir ao céu, como se já estivesse nele.

     Creio com Santo Agostinho que não há santo tão compassivo como Vós: dais mais do que se vos pede; vais em busca do necessitado, buscais a quem salvar: Muitas vezes salvais aos mesmos que a justiça de vosso Filho está a ponto de condenar, como ensina o Abade de Celes. Portanto, estou convencido da verdade que se contem na visão que teve Santa Brígida: Jesus vos dizia: “Se não se interpusessem vossas orações, não haveria neste caso nem esperança nem misericórdia”. Opino também com São Fulgêncio, que se não fosse por Vós, a terra e o céu teriam sido destruídos por Deus.


     Creio, como revelastes a Santa Matilde, que éreis tão humilde que, apesar de ver-vos enriquecida de dons e graças celestiais inumeráveis, não vos preferiríeis a ninguém. E que, como dissestes a Santa Isabel, Beneditina, vos julgáveis vilíssima serva de Deus e indigna de sua graça.


     Creio que por vossa humildade, ocultastes de São José vossa maternidade, ainda que aparentemente parecesse necessário manifestá-la, e que servistes a Santa Isabel e que na terra buscastes sempre o último lugar.


     Creio que, como revelastes a Santa Brígida, tivestes tão baixo conceito de Vós mesma porque sabíeis que tudo havíeis recebido de Deus, por isso em nada buscastes vossa glória, mas a de Deus unicamente.


     Creio com São Bernardo que nenhuma criatura do mundo é comparável convosco em humildade.


     Creio que o fogo do amor, que ardia em vosso coração para com Deus era de tanto calor, que num instante poderia acender em fogo e consumir o céu e a terra, e que em comparação com vosso amor, o dos santos era frio.


     Creio que cumpristes com perfeição o preceito do Senhor “Amar a Deus”, e que desde o primeiro instante de vossa existência, vosso amor a Deus foi superior ao de todos os anjos e serafins. Creio que devido a este intenso amor vosso a Deus, jamais fostes tentada, e que nunca tivestes um pensamento que não fosse para Deus, nem dissestes palavra que não fosse dirigida a Deus.


     Creio com Suárez, Ruperto, São Bernardino e Santo Ambrósio, que vosso coração amava a Deus, ainda quando vosso corpo repousava, de maneira que se vos pode aplicar o que diz a Sagrada Escritura: “eu durmo, mas meu coração vela”, e que enquanto vivíeis na terra, vosso amor a Deus nunca foi interrompido. Creio que amastes ao próximo com tal perfeição, que não haverá quem o tenha amado mais, excetuando vosso Filho. E que ainda que se reunisse o amor de todas as mães para com seus filhos, dos esposos e esposas entre si, de todos os santos e anjos do céu, seria este amor inferior ao que Vós professais a uma só alma.


     Creio que tivestes, como diz Suárez, mais fé que todos os Anjos e Santos juntos: ainda quando duvidaram os Apóstolos, Vós não vacilastes. Chamar-vos-ei, pois, com São Cirilo “Centro da fé ortodoxa”.


     Creio que sois a Mãe da Santa Esperança e modelo perfeito de confiança em Deus. Que fostes mortificadíssima, tanto que, como dizem Santo Epifânio e São João Damasceno, tivestes sempre o olhar abaixado, sem fixa-los jamais em pessoa alguma.


     Creio no que dissestes a Santa Isabel, Beneditina: que não tivestes nenhuma virtude sem haver trabalhado para possui-la, e com Santa Brígida creio que compartistes todas as vossas coisas entre os pobres, sem reservar-vos para Vós mais que o estritamente necessário.


     Creio que desprezáveis as riquezas mundanas.
     Creio que fizestes voto de pobreza.
     Creio que vossa dignidade é superior a todos os anjos e santos e que é tanta vossa perfeição, que só Deus pode conhecê-la.


     Creio que depois de Deus, é ser Mãe de Deus, e que, portanto, não pudestes estar mais unida a Deus sem ser o próprio Deus, como dizia Santo Alberto.


     Creio que a dignidade de Mãe de Deus é infinita e única em seu gênero e que nenhuma criatura pode subir mais alto. Deus poderia haver criado um mundo maior, mas não pôde haver formado criatura mais perfeita que Vós.


     Creio que Deus vos há enriquecido com todas as graças e dons gerais e particulares que conferiu a todas as demais criaturas juntas.


     Creio que vossa beleza sobrepassa à de todos os homens e os Anjos, como revelou o Senhor a Santa Brígida.


     Creio que vossa beleza afugentava todo movimento de impureza e inspirava pensamentos castos.


     Creio que fostes menina, mas de menina só tivestes a inocência, não os defeitos da infantilidade. 


     Creio que fostes virgem antes de dar a luz, ao dar a luz e depois de dar a luz; fostes mãe sem a esterilidade da virgem, sem deixar por isso de ser virgem. Trabalháveis, mas sem que a ação distraísse; oráveis, mas sem descuidar de vossas ocupações. Morrestes, mas sem angústia, nem dor nem corrupção de vosso corpo. Creio que, como ensina Santo Alberto, fostes a primeira a oferecer, sem conselho de ninguém, vossa virgindade, dando exemplo a todas as virgens, que vos hão imitado, e que Vós, diante de todas, portais o estandarte desta virtude. Por Vós se manteve virgem vosso castíssimo esposo, São José.


    Creio também que estáveis resolvida a renunciar à dignidade de Mãe de Deus, antes de perder vossa virgindade. Direi com o Beato Alano, que praticar a devoção de saudar-te sempre com a Ave-Maria com o Rosário é um magnífico sinal de predestinação para a Glória.”

(Credo di Maria composto por São Gabriel da Virgem Dolorosa, noviço pertencente à Congregação da Paixão de Jesus Cristo – Passionistas)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Sobre o Purgatório - Sermão de São João Maria Vianney


     Sobre o Purgatório - Sermão de São João Maria Vianney


     Por que será que eu me encontro de pé hoje nesse 
púlpito, meus caros irmãos? O que será que eu venho dizer para vocês? Ah! Eu venho em nome do próprio Deus. Eu venho em nome de seus pobres pais, para despertar em vocês aquele amor e gratidão que vocês lhes devem . Eu venho pra refrescar nas suas memórias novamente, toda a ternura e todo o amor que eles deram a vocês enquanto eles ainda estavam sobre essa terra.

     Eu venho pra dizer a vocês que eles sofrem no Purgatório, que eles choram e reclamam com urgentes gritos o auxílio de suas orações e boas-obras. Eu os tenho visto gritando das profundezas daquelas chamas que os devoram: -”Digam aos nossos amigos, aos nossos filhos, aos nossos parentes, como é grande o mal que eles estão nos fazendo sofrer. Nós nos atiramos aos seus pés para implorar o auxílio de suas orações! Ah! Diga -lhes que desde que nós fomos separados deles, nós temos estado queimando em chamas!
     Oh! Quem poderia permanecer tão indiferente diante dos sofrimentos que estamos enfrentando!” Você vê, meu caro irmão, você escuta aquela terna mãe, aquele pai devotado e todos aqueles parentes que lhe ajudaram e fizeram parte de sua vida? Meus amigos, eles gritam: -”Livrai-nos dessa dor, você pode!” Considerem então meus caros amigos: 1°- A magnitude desses sofrimentos pelos quais passam as almas do purgatório e 2°- os meios dos quais dispomos para mitigar esses sofrimentos: nossas boas obras, nossas orações e acima de tudo, o santo sacrifício da Missa*.

     Eu não quero parar neste estágio para provar a existência do Purgatório, pois isso seria uma perda de tempo. Espero que nenhum de vocês tenha a menor dúvida a este respeito. A Igreja, à qual Jesus Cristo prometeu a guia do Espírito Santo e a qual, conseqüentemente, não pode se enganar nem nos enganar, ensina-nos sobre o Purgatório de um modo bem claro e positivo. Isto é uma certeza mais que certa, de que lá é um lugar onde as almas dos justos completam a expiação por seus pecados, antes de serem finalmente admitidas na glória do Paraíso, o qual, diga-se de passagem, já está assegurado a elas.

     Sim meus caros irmãos, isto é um artigo de Fé: se nós não tivermos feito penitência proporcional à gravidade de nossos pecados, ainda que tenhamos sido absolvidos no Sagrado Tribunal da Confissão, nós seremos obrigados a expiar por eles. Nas Sagradas Escrituras há muitos textos que mostram claramente, que embora nossos pecados possam ser perdoados, Deus ainda impõe-nos a obrigação de sofrer neste mundo duros trabalhos temporais ou no próximo através das chamas do Purgatório.

     Veja o que aconteceu com Adão. Porque ele se arrependeu logo depois de ter cometido o pecado original, Deus garantiu a ele que o havia perdoado,mas ainda assim Ele o condenou a passar nove séculos sobre esta terra fazendo penitência. Penitências que ultrapassam qualquer coisa que possamos imaginar:…”maldita seja a terra por tua causa. Tirarás dela com trabalhos penosos o teu sustento todos os dias de sua vida. Ela te produzirá espinhos e tu comerás a erva da terra. Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que fostes tirado; porque és pó, e em pó te hás de tornar…”(Gênesis 3.17). Veja novamente: Davi ordenou, contrariando a vontade de Deus, que se fizesse o recenseamento de Israel. Atingido pelo remorso de consciência, ele reconheceu o seu pecado, atirou-se ao chão suplicando ao Senhor que o perdoasse.

     Conseqüentemente, Deus tocado pelo seu arrependimento, o perdoou. Mas apesar disso,ele enviou Gad para dizer a Davi que ele teria que escolher entre 3 tipos de punições que Ele havia preparado para Davi reparar pelo seu pecado: a peste,a fome ou a guerra. Davi então respondeu: “Ah! Caia eu nas mãos do Senhor, porque imensa é a sua misericórdia; mas que eu não caia nas mãos do homem…”(ICrônicas 21). Ele escolheu a peste e esta durou apenas 3 dias, mas matou 7 mil pessoas de seu povo.
     Se o Senhor não tivesse detido a mão do Anjo que estava estendida sobre Israel, Jerusalém inteira teria ficado despovoada! Davi ao ver todo o mal causado pelo seu pecado, implorou a graça de Deus pedindo que Deus punisse apenas ele mesmo, mas que poupasse o seu povo que era inocente. Vejam também as penitências de Santa Maria Madalena! Quem sabe não sirvam para amolecer um pouco seus corações?

     Meus caros irmãos, o que serão então, o número de anos que nós teremos que sofrer no Purgatório, nós que cometemos tantos pecados e que sob o pretexto de já o termos confessado, não fazemos penitências e nem choramos por eles? Quantos anos de sofrimento nos esperam na próxima vida?
     Como poderia eu pintar um quadro dos sofrimentos que essas pobres almas suportam, quando os santos padres da Igreja dizem-nos que os tormentos que elas sofrem são comparáveis ao que passou Nosso Senhor Jesus Cristo durante sua dolorosa paixão? Uma coisa é certa, se o menor sofrimento que Nosso Senhor suportou tivesse sido compartilhado por toda a humanidade, todos estariam mortos devido à violência de seus sofrimentos. O fogo do Purgatório é o mesmo que o fogo do Inferno. A diferença entre eles é que o fogo do Purgatório não é eterno.

     Oh! Se Deus permitisse que uma daquelas pobres almas que está mergulhada nas chamas, aparecesse agora neste lugar, toda envolvida pelas chamas que a consome e desse ela mesma um recital dos sofrimentos que ela está suportando! Toda essa Igreja, meus caros irmãos, seria sacudida pelo eco de seus gritos e soluços e talvez quem sabe isso amoleceria os seus corações? Esta pobre alma nos diria: – “Como nós sofremos! Ó irmãos, livrai-nos desses tormentos! Ah, se vocês pudessem experimentar o que é viver separado de Deus!… Cruel separação! Queimar no fogo aceso pela justiça de Deus!.. Sofrer dores incompreensíveis para a mente humana!… Ser devorado pelo remorso, sabendo que poderíamos facilmente ter evitado esses tormentos!…

     Oh! Meus filhos!- gritam os pais e as mães- como podem vocês nos abandonar nessas horas, nós que tanto os amamos quando estávamos sobre essa terra! Como vocês podem ir dormir tranquilamente em suas camas, enquanto nós queimamos em uma cama de fogo?      Como vocês tem coragem de se entregar aos prazeres e alegrias, enquanto nós sofremos e choramos dia e noite? Vocês herdaram nossos bens, nossas propriedades, vocês se divertem com o fruto de nossos trabalhos, enquanto nós sofremos males tão indescritíveis e por tantos anos!.. E não são capazes de oferecer uma pequena oração em nossa intenção, nem uma simples Missa que tanto ajudaria para nos livrar dessas chamas!… Vocês podem aliviar nosso sofrimento, vocês podem abrir nossas prisões e vocês simplesmente nos abandonam. Oh! Quão cruel são estes sofrimentos!…”

     Sim meus irmãos, as pessoas julgam de um modo muito diferente, o que é estar nas chamas do Purgatório por todas essas culpas leves. Se é que é possível chamar de “leve” algo que nos faz suportar punição tão rigorosa! Que espanto seria para o homem, grita o profeta real, se mesmo o mais justo dos homens fosse julgado por Deus sem nenhuma misericórdia! Se Deus achou manchas até no sol e malícia nos anjos, o que será então do homem pecador? E para nós que cometemos tantos pecados mortais e praticamente não fazemos nada para satisfazer a justiça de Deus. Quantos anos de Purgatório!


     Meu Deus!-disse Santa Tereza de Ávila- “que alma seria suficientemente pura para entrar diretamente no Céu sem ter que passar pelas chamas da justiça?” Em sua última doença, ela de repente gritou: “Oh Justiça e Poder do meu Deus, quão terrível sois!” Durante sua agonia, Deus permitiu que ela contemplasse por alguns segundos a Sua Santidade, assim como os anjos e os santos do Céu O contemplam.

     E isso causou nela um pavor tão grande, que ela se pôs a tremer e ficou agitada de um modo tão extraordinário que as irmãs perguntaram-lhe chorando: -”Ah! Madre, o que está se passando? Certamente que a senhora não teme a morte depois de tantos anos de penitência e lágrimas amargas!” – Não, minhas filhas, eu não temo a morte, muito pelo contrário, eu a desejo porque só assim estarei unida eternamente a Deus. – Oh! Madre, seriam os teus pecados então, que ainda te aterrorizam depois de tantas mortificações? – Sim minhas filhas- respondeu Tereza- eu temo pelos meus pecados, mas temo por algo ainda maior! – Seria então, o julgamento? – Sim, eu temo pela formidável conta que terei que prestar diante de Deus.

     Principalmente porque nesse momento seremos julgados pela justiça e não pela misericórdia. Mas tem algo que ainda me faz morrer de terror. As pobres irmãs já estavam profundamente angustiadas. – Madre, seria por acaso o Inferno? -Não -respondeu ela – O inferno, Graças a Deus não é pra mim. Oh! Minhas filhas, é a Santidade de Deus. Meus Deus, tende misericórdia de mim! Minha vida será confrontada face a face com o próprio Cristo! Ai de mim se eu tiver a menor mancha ou falha! Ai de mim, se eu tiver a menor sombra de pecado! – Ai de nós! – gritaram as pobres irmãs – O que será então no dia das nossas mortes?

     O que será então de nós, meus caros irmãos? Nós que talvez em todas as nossas penitências e boas obras, talvez nunca tenhamos conseguido satisfazer por um único pecado perdoado no tribunal da Confissão? Ah! Quantos anos e séculos de tormento para nos punir?… Vamos pagar muito caro por todas essas “pequenas falhas” que nós vemos como algo que não tem a menor importância, como aquelas “pequenas mentirinhas” que nós falamos para evitar problemas para nós mesmos, aqueles pequenos escândalos, o desprezo pelas graças que Deus nos concede a cada momento, aquelas pequenas murmurações nas dificuldades que Ele nos envia! Não, meus caros irmãos, nós não teríamos nunca a coragem de cometer o menor pecado, se pudéssemos entender o quanto isto ultraja a Deus e o quão merecemos ser rigorosamente punidos, já ainda nesse mundo.

     Meus irmãos, Deus é justo em tudo que Ele faz. Quando Ele recompensa-nos até pela menor boa ação que fazemos, Ele nos dá muito mais do que qualquer um de nós merecemos. Um bom pensamento, uma boa ação, um bom desejo, ou seja, o desejo de fazer uma boa obra, mesmo quando não somos capazes de fazê-la, Ele nunca nos deixa sem uma recompensa. Mas também, quando se trata de uma matéria de punição, isto é feito com o maior rigor e ainda que tenhamos a menor falta seremos enviados para o Purgatório. Isto é verdade absoluta e nós comprovamos isto pela vida dos santos. Muitos deles não chegaram ao Céu, sem antes terem passado pelas chamas do Purgatório.

     São Pedro Damião conta-nos que sua irmã permaneceu vários anos no Purgatório porque ela ouviu com prazer certos tipos de músicas. Conta-se também que dois religiosos fizeram um pacto um com o outro, acertando que quem morresse primeiro viria contar ao sobrevivente em que estado ele se encontrava. Deus permitiu que isso acontecesse e quando um deles morreu, apareceu ao seu amigo. Ele contou ao seu amigo que tinha permanecido 15 anos no Purgatório por seu orgulho de sempre querer fazer as coisas a seu modo. Então seu amigo o cumprimentou por ter permanecido lá por tão pouco tempo!

     O morto então respondeu: – Eu teria preferido ser queimado vivo por 10 mil anos ininterruptos nessa terra, pois esse sofrimento nem poderia ser comparado com o que eu sofri 15 anos naquelas chamas! Um sacerdote contou a um de seus amigos que Deus o havia condenado a permanecer no Purgatório por vários meses, por ter segurado a execução de uma boa-obra que era Vontade de Deus que fosse feita.

     Coitados de nós, meus irmãos! Quantos de nós não temos faltas semelhantes? Quantos de nós recebemos a tarefa de nossos parentes e amigos de mandarmos celebrar Missas e dar esmolas e simplesmente fazemo-nos de esquecidos! Quantos de nós evitamos fazer boas-obras apenas por respeito humano? E todas essas almas presas nas chamas, porque não temos coragem de satisfazer seus desejos! Pobres pais e pobres mães, vocês agora estão sendo sacrificados pela felicidade de seus filhos e parentes! Vocês talvez tenham negligenciado sua própria salvação para construírem suas fortunas. E agora vocês estão sendo traídos pelas boas-obras que vocês deixaram de fazer enquanto ainda estavam vivos! Pobres pais! Quanta cegueira é esquecer de nossa própria salvação!


     Você talvez me dirá: -Nossos pais eram pessoas boas e honestas. Eles não fizeram nada de tão grave para merecerem essas chamas! Ah! Se vocês soubesses que eles precisavam de muito menos do que eles fizeram para cair nessas chamas! Vejam o que disse a esse respeito, Alberto, o Grande, um homem cujas virtudes brilharam de modo extraordinário! Ele revelou a um de seus amigos, que Deus o havia levado ao Purgatório por ter se orgulhado de um pensamento sobre seu próprio conhecimento. A coisa mais surpreendente foi que ali haviam verdadeiros santos, muitos que inclusive já tinham sido canonizados pela Igreja e que estavam passando pelas chamas do Purgatório.

São Severino, Arcebispo de Colônia, apareceu a um de seus amigos muito tempo depois de sua morte e disse-lhe que ele havia passado um longo tempo no Purgatório por ter adiado pra de noite, as orações do breviário que ele devia ter recitado pela manhã.

Oh! Quantos anos de Purgatório não passarão aqueles cristãos que não tem o menor escrúpulo em adiar suas orações para uma outra hora, apenas pela desculpa de terem algo mais importante a fazer! Se nós realmente desejássemos a felicidade de possuir a visão beatífica de Deus, nós evitaríamos tanto os pecados mortais como os veniais, uma vez que a separação de Deus constitui-se um tormento tão terrível para essas almas!



Retirado do livro "O Espírito do Cura D’Árs"

Jacareí, 31.10.2015 - Mensagem de Nossa Senhora e de Santa Lucía de Siracusa

JACAREÍ, 31 DE OUTUBRO DE 2015
MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA E DE SANTA LUCÍA DE SIRACUSA


   (Maria Santíssima): “Meus amados e muito queridos filhos, hoje, convido todos vocês a um amor ainda maior pelo Santo Rosário. Que o amor ao Santo Rosário em vocês seja uma chama de amor ardente, que nunca diminui que nunca acaba.
     Rezem pedindo o aumento da chama de amor no coração de vocês pelo Meu Rosário e esta chama será dada e aumentada cada vez mais em vocês. Peçam também cada dia mais a Minha chama de amor, para que vocês possam entender com amor aquilo que Eu lhes digo e possam fazer com amor tudo o quanto Eu lhes peço.

 Sem a Minha chama de amor vocês não podem entender aquilo que digo a vocês, não podem sentir as Minhas dores, as Minhas preocupações.
     Sem a chama de amor vocês não podem fazer bem aquilo que Eu digo a vocês. Então, peçam a Minha chama de amor para que possam cumprir bem tudo o que Eu lhes digo nas Minhas Mensagens, para que possam compreender o quanto Eu amo vocês e o quanto Eu sofro pelos pecados de vocês, o quanto Eu não quero que vocês venham a sofrer no futuro e por isso Eu lhes peço a conversão.
     Peçam a Minha chama de amor, para que vocês possam também ajudar os outros a entenderem a Minha dor, o Meu amor por todos vocês.


     Peçam a Minha chama de amor para que vocês possam amar o Meu Rosário e possam compreender as grandes graças, o grande poder e os grandes tesouros de sabedoria do Espírito Santo que estão contidos nos mistérios do Meu Rosário.
     Por fim, peçam a Chama de amor para que vocês possam compreender a beleza da oração, a alegria da oração até que ela se torne oração viva feita com o coração que gera a paz, alegria, felicidade e amor nos seus corações.
     Rezem até que a oração se torne alegria para vocês.

     A todos Eu abençoo com amor de Fátima, de Montichiari e de Jacareí.”


   (Santa Luzia): “Meus queridos irmãos, Eu, Luzia, Lucia, venho do Céu com grande amor para dizer hoje a todos vocês: Eu amo a todos vocês com todo o Meu coração e quero comunicar e dar a vocês a Minha chama de amor.
     Quero dar a Minha chama de amor a vocês pela oração profunda, viva e com o coração. Mas se vocês não rezarem com todo o coração, Eu não poderei fazer vocês sentirem o Meu amor e nem terem o Meu amor.
     Por isso, abram-Me os seus corações renunciando à opinião de vocês e aceitando com amor a vontade da Mãe de Deus, a vontade do Senhor e também a Minha, que é transformar vocês em grandes santos e assim, deixem-se formar e conduzir por Mim docilmente até Deus.

     Eu quero transmitir a Minha chama de amor a todos vocês, para que vocês cresçam cada dia mais no verdadeiro amor a Deus e a Mim. Por isso, quero ensinar a vocês as virtudes da pureza, do amor, da obediência, da temperança, da justiça, da fortaleza, da fé, da esperança, da caridade.

     E, sobretudo, ensinar a vocês que a chama de amor só cresce em vocês quando vocês fazem o exercício diário de renunciar às suas opiniões erradas, de renunciar à vontade de sua carne, a vontade do ‘eu’ corrompido de vocês para aceitar a vontade de Deus, a vontade da Mãe de Deus que é expressa a vocês aqui nestas Mensagens. Então, vocês crescerão como Eu cresci rapidamente na santidade e também a chama de amor crescerá em vocês rapidamente como cresceu em Mim e vocês chegarão a um alto grau de perfeição em pouco tempo dando grande alegria, glória e satisfação a Deus.
     Eu quero dar a Minha chama de amor a vocês e fazê-La crescer em vocês por isso, venham a Mim por meio da oração profunda e entreguem-se a Mim com amor e Eu conduzirei vocês até Deus pelo caminho da santidade.

     Não deem ouvidos à tentação de Satanás, nem mesmo olhem para ela, desprezem-na opondo a obediência à tentação. Assim, vocês evitarão o erro de Eva que ficou tergiversando com a tentação, que ficou discutindo, que ficou pensando e considerando na tentação da serpente e, por isso, caiu. Tão logo a tentação se apresente oponham a obediência perfeita a Deus, a obediência perfeita à Mãe de Deus e ao superior por Ela eleito e colocado para conduzir vocês até Ela e imediatamente vencerão a tentação.

     Apressem a conversão de vocês. O prazo para a conversão do mundo está acabando e em breve os segredos começarão a acontecer. O grande furacão que há poucos dias quase devastou algumas nações da América do Norte foi apenas o começo, um grande aviso para vocês de que o tempo da conversão está acabando e em breve os segredos acontecerão e ai daqueles que endureceram os seus corações para a Mãe de Deus que chamava e que chorava por eles!
     A todos Eu abençoo com amor de Siracusa, de Catânia e de Jacareí.”


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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Carta de São Geraldo Majella para uma Noviça tentada a deixar a vida religiosa

Carta de São Geraldo Majella para uma Noviça tentada a deixar a vida religiosa

(Obs. Blog: Também serve para os jovens que desejam seguir a vida religiosa)

   “Minha irmã em Jesus Cristo!
     Posso dizer-vos em nome de Deus: permanecei em santa paz; essa tempestade não é nada senão obra de Satanás que vos quer ver longe desse lugar sagrado!      Minha filha, ficai alerta porque o tentador invejoso arma as suas ciladas; não gosta que ai estejais e quer obstar à vossa santificação. Quanto a vocação todos nós temos sofrido tentações, que Deus permitiu para provar a nossa fidelidade.
     Alegrai-vos pois e oferecei-vos a Deus sem re-serva, e ele vos ajudará. Como poderíeis esquecer as belas resoluções, que tomastes de pertencer inteiramente a Jesus Cristo como sua fiel esposa? Se antes tanto desejáveis merecer esse honroso nome, porque é que agora quereis rejeitá-lo?

     Minha irmã, quem senão Deus vos poderá dar paz? O mundo terá acaso contentado jamais algum coração? satisfeito o de alguma princesa, rainha ou imperatriz? Nunca se ouviu dizer isso, nenhum livro o menciona; o que sabemos do mundo é que ele semeia espinhos e cardos nos corações dos seus sequazes, e que os mundanos por ricos, distintos e alegres que pareçam, são atormentados e crucificados em seu interior. Que devo eu dizer? Quisera que falásseis com o homem mais feliz do mundo, para verdes o que na realidade se passa em seu coração apesar de todo o brilho exterior; crede-me, que tenho experiência, coisa enfadonha é a vida no mundo. Deus vos livre disso, minha irmã.


     Deus tem boas intenções a vosso respeito e por isso permite a tentação, para provar a vossa fidelidade! Coragem, pois; reprimi nobremente a tentação, declarando-vos sempre esposa de N. S. Jesus Cristo. Que sorte feliz a de uma esposa de Cristo! Ela possui a plenitude da sorte, da paz, do sossego, de todo o bem. Que são os bens passageiros e fictícios do mundo em comparação com a felicidade eterna de uma alma desposada com Cristo no Céu! Não digo que não se salva quem vive no mundo, mas asseguro que no mundo se está sempre em perigo de naufragar e que lá ninguém pode santificar-se tão facilmente como no convento.
     Meditai na brevidade do tempo e na duração da eternidade e considerai que aqui tudo é passageiro. Com a morte acabam-se as coisas do mundo. Que adianta apoiar-se em coisas que não têm firmeza? Tudo o que não conduz a Deus é vaidade, que não tem valor para a eternidade. Infeliz a alma que confia no mundo e não em Deus!

     Ide, Irmã, à cripta, onde estão os ossos das muitas religiosas falecidas em vosso mosteiro e meditai no que teriam elas ganho se fossem distintas damas no mundo. Oh! quanto lhes valeu ter vivido pobres, mortificadas e encerradas nesse mosteiro! Talvez tenham sofrido muito, mas em compensação que paz não terão sentido na hora da morte dentro da casa de
Deus! Todos desejam ser santos na hora da morte; mas será tarde, pois que lá só se encontra o que se tiver feito por Deus.
     Mesmo se a tempestade ainda não se acalmar em vosso coração, confio inabalavelmente e espero da SS. Trindade e da minha Mãe Maria, que em vosso convento haveis de ser uma santa. Fazei o possível para que eu não me iluda. Esmagai a cabeça do monstro infernal, que vos quer expulsar do lugar santo; desprezai-o; dizei-lhe que sois uma esposa de Cristo que ele tremerá. Coragem, amai a Deus de todo o vosso coração, entregai-vos inteiramente a ele e fazei que o monstro desapareça! Rezai por mim como eu faço por vós”.


     Essas palavras insistentes e paternais surtiram efeito. A moça, a quem foram dirigidas, superou felizmente todas as insinuações do demônio e começou com coragem varonil a galgar a montanha da perfeição. O servo de Deus exultou de prazer ao ouvir que a noviça professara, sentindo-se muito feliz em sua vocação. De Nápoles, onde estava, escreveu-lhe:

   “Prezadíssima irmã em Jesus Cristo.
     Vossa carta consolou-me com a notícia da vossa profissão. Glória a Deus e a vós também!      Agora que tivestes a graça de vos consagrar inteiramente a Deus pelos santos votos, estais exaltada como nunca: sois uma esposa de meu Senhor. Sereis feliz se sempre meditardes a sublimidade da vocação, se vos humilhardes sempre diante de Deus e vos esforçardes por conseguir a perfeição que de vós exige o vosso sublime estado. Considerai os favores que recebestes e rendei graças à bondade divina todas as manhãs. Eia, tornai-vos uma grande santa, pois que tendes ocasião para isso. Rezai sempre por mim e pedi-lhe que me torne santo”.

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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Sobre as Trevas Espirituais - Diário de Santa Faustina Kowalska

Provações Divinas na alma especialmente amada por Deus. Tentações e Trevas, Satanás

(Do Diário de Santa Faustina):

     O amor da alma não é ainda tal como Deus o exige. A alma repentinamente perde a percepção da presença de Deus. Surgem nela diversos erros e defeitos, com os quais deve travar luta encarniçada. Todos os seus erros reaparecem, apesar de sua vigilância ser grande. O antigo sentir da presença de Deus é substituído pela tibieza e a aridez espiritual; a alma não sente gosto nos exercícios espirituais, não pode rezar, nem como antigamente, nem como rezava ultimamente. Agita-se por todos os lados e não encontra satisfação. Deus se escondeu diante dela, e ela não encontra conforto nas criaturas e nenhuma criatura consegue consolá-la. A alma deseja ardentemente a Deus. Parece-lhe ter perdido todos os dons divinos. A sua mente encontra-se como que obscurecida. As trevas a invadem num tormento indizível. A alma procura explicar o seu próprio estado ao confessor, mas não é compreendida. Então experimenta inquietações ainda maiores. Satanás inicia a sua trama.

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     A fé é exposta ao fogo da luta, que é grande; a alma faz esforços e pelo ato de vontade ela permanece com Deus. Satanás, com a permissão de Deus, avança ainda mais; a esperança e o amor estão sendo provados. São terríveis essas tentações; Deus sustém a alma como que em segredo. Ela não sabe até que ponto pode prová-la. A alma sofre a tentação da descrença quanto às verdades reveladas, e da insinceridade diante do confessor. Satanás lhe diz:¨Olha, ninguém te compreenderá, para que falar disso a todo mundo?Ressoam-lhe aos ouvidos palavras que o atemorizam e parece-lhe que as pronuncia contra Deus. Vê o que gostaria de não ver; ouve o que não quer ouvir. E é terrível, em momentos como estes, não ter um confessor bem preparado, porque pode desfalecer sob esse peso e cair no abismo. Todas essas provações são pesadas e difíceis. Porém, Deus não permite que elas atinjam uma alma que anteriormente não tenha sido admitida para uma mais profunda convivência com Deus e que não tenha experimentado as doçuras divinas. Além disso, Deus tem aí Seus desígnios, para nós insondáveis. Frequentemente, é assim que Deus prepara a alma para futuros projetos e grandes obras. E quer prová-la como se prova o ouro puro; mas isso ainda não é o fim da prova. Existe ainda a provação maior de todas - isto é, o completo abandono por parte de Deus.

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A maior prova, o Abandono total - Desespero

     Quando a alma sai vencedora das provações anteriores, ainda que possa tropeçar, luta corajosamente e, com profunda humildade clama ao Senhor: ¨Salvai-me, porque estou perecendo.¨- Mas continua a ser capaz de lutar.

     Agora, a alma é envolvida por trevas terríveis. A alma vê em si apenas pecados. O que sente é terrível. Vê-se totalmente rejeitada por Deus, sente como se fosse objeto do seu Ódio e encontra-se a um passo do desespero. Defende-se como pode, procura despertar a confiança, mas a oração é para ela um tormento ainda maior, parece-lhe que está provocando Deus a uma ira ainda maior; sente-se como que colocada num cume altíssimo, suspenso sobre um precipício.

     A alma busca insistentemente a Deus, mas sente-se rejeitada. Todos os tormentos e suplícios do mundo nada são em comparação com esse sentimento no qual ela é completamente submersa - isto é, o de ser rejeitada por Deus. Ninguém pode trazer-lhe alívio. Vê que está sozinha; não tem ninguém para defendê-la. Eleva os olhos para o Céu, mas sabe que o Céu não é para ela - para ela tudo esta perdido. Das trevas cai em trevas ainda maiores, parece-lhe que perdeu a Deus para sempre, a esse Deus a quem tanto amava. Um tal pensamento a induz a um sofrimento indescritível. Contudo, ela não se conforma com isto, tenta olhar para o Céu, mas em vão - o que lhe provoca é um sofrimento ainda maior.

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     Ninguém consegue iluminar uma alma assim, se Deus a quiser manter nas trevas. Ela se sente rejeitada por Deus de maneira viva e terrificante. Do seu coração se elevam gemidos de dor e tão pungentes que nenhum sacerdote poderá compreendê-los, a não ser que ele mesmo tenha passado por isso. Nesse estado, a alma ainda tem que suportar sofrimentos provenientes do espírito do mal. Satanás escarnece dela: ¨Estas vendo, vais continuar fiel? Eis o teu pagamento, estás em nosso poder.¨Embora Satanás tenha sobre essa alma tanta influência quanta Deus permitir, Deus sabe quanto podemos suportar. O maligno prossegue: ¨E o que adiantou antes teres te mortificado? E o que adiantou seres fiel à Regra? Para que todos esses esforços?Deus te rejeitou.¨- Essa palavra ¨rejeitou¨ transforma-se em fogo que penetra cada nervo até a medula dos ossos; transpassa todo o ser. Aproxima-se o maior momento da provação. A alma já não procura ajuda em parte alguma, mergulha em si mesma e não vê nada diante dos seus olhos e parece quase se conformar com esse sofrimento de rejeição. É um momento que não consigo expressar. É a agonia da alma.

     Quando esse momento começou a aproximar-se de mim pela primeira vez, dele fui arrancada somente pela virtude da santa obediência. A Mestra assustou-se quando me viu e enviou-me ao confessor, mas o confessor não me compreendeu, e não senti nem sombra de alívio. Ó Jesus, dai-nos sacerdotes experientes.

     Quando disse que estava sofrendo suplícios infernais na minha alma, respondeu-me que se sentia tranquilo quanto à minha alma, porque está vendo nela uma grande graça de Deus. Mas eu não compreendi coisa alguma e nem um raio de luz entrou na minha alma.

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 - Agora começo a sentir a falta das forças físicas e já não posso dar conta dos meus deveres. Já não posso também esconder os meus sofrimentos, e embora não diga nenhuma palavra sobre o que estou sofrendo, trai-me a dor que se reflete no meu rosto. A Superiora me contou que as Irmãs lhe disseram que, quando olham para mim na capela, sentem compaixão de mim; tão terrível é o meu aspecto. Apesar dos meus esforços, a alma não tem condições de esconder esse sofrimento.

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     Jesus, só Vós sabeis como a alma geme nesses suplícios, envolvida pelas trevas, e, no entanto, deseja a Deus e anseia por Ele como os lábios ressequidos anseiam pela água. Ela morre e resseca, morre de uma morte sem morte, isto é, não pode morrer. Os seus esforços nada significam; encontra-se já em poder do Deus Justo e Três Vezes Santo. - Rejeitada pelos séculos. - Esse é o momento culminante e somente Deus pode provar a alma dessa maneira, porque somente Ele sabe o que ela pode suportar. Quando a alma fica toda impregnada desse fogo infernal, precipita-se como que no desespero. A minha alma passou por esse momento quando me encontrava sozinha na cela. Quando a minha alma começou a mergulhar no desespero, senti que começava a agonizar ; contudo, agarrei o crucifixo e apertei-o firmemente nas minha mãos. Era como que meu corpo se separasse da alma e, embora quisesse ir falar com as Superioras, já não tinha forças físicas; pronunciei as últimas palavras: ¨Confio na Vossa Misericórdia¨- e pareceu-me que havia levado Deus a uma cólera ainda maior. Mergulhei no desespero; só de vez em quando escapava da minha alma um gemido doloroso, um gemido inconsolável. Estava agonizando. E parecia-me que já ficaria nesse estado, porque com minhas próprias forças não sairia dele. Cada lembrança de Deus era um mar de sofrimentos indescritíveis. E, no entanto, há alguma coisa na alma que busca a Deus com insistência, mas parece que é apenas para ela sofrer mais. A recordação do antigo amor, com que Deus a cercava, era para ela um novo gênero de tormento. O olhar de Deus a atravessa e tudo é queimado na alma por esse olhar.

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     Após algum tempo uma das Irmãs entrou na cela e me encontrou quase morta. Assustou-se e foi chamar a Mestra que, por força da santa obediência, ordenou que eu me levantasse do chão. Imediatamente voltaram minhas forças físicas e levantei-me do chão, toda tremendo. A Mestra percebeu logo o estado da minha alma, falou -me da insondável misericórdia de Deus, dizendo-me: ¨Irmã, não se perturbe seja com o que for; e ordeno-lhe isto pela virtude da obediência. ¨ E acrescentou: ¨Agora reconheço que Deus esta destinando a Irmã para um alto grau de santidade. O senhor quer ter a Irmã perto de Si, já que permite tais provas e tão cedo. Que a irmã seja fiel a Deus, porque isto é sinal de que deseja lhe reservar um elevado lugar no Céu. ¨ Mas eu não compreendia nada dessas palavras .

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     Quando entrei na capela, senti como se a minha alma fosse completamente purificada, como se acabasse de sair das mãos de Deus; intui, então, a pureza inviolável da minha alma e senti-me como uma criancinha. Então, de repente, vi anteriormente o Senhor, que me disse: Não tenhas medo, minha filha, Eu estou contigo. Nesse momento dissiparam-se todas as trevas e angústias, os sentidos foram inundados de indizíveis alegrias, as faculdades da alma repletas de luz.

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     Ainda quero mencionar que, embora a minha alma já estivesse sob os raios do Seu amor, no meu corpo ficaram ainda por dois dias os vestígios do tormento passado. O rosto mortalmente pálido e os olhos ensanguentados. Só Jesus sabe o quanto tinha sofrido. Comparando com a realidade, aquilo que escrevi parece sem expressão. Não sei expressá-lo, parece que voltei do outro mundo. Experimento agora uma aversão a tudo que é criado.      Aconchego-me ao Coração de Deus como uma criança ao peito da mãe. Vejo tudo com outros olhos. Estou consciente de tudo que Deus fez na minha alma com uma só palavra e por Ela vivo. Tremo só de me lembrar dos tormentos passados. Não teria acreditado que se pode sofrer tanto se eu mesma não tivesse passado por isso. É um sofrimento inteiramente espiritual.

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     Todavia, em todos esses sofrimentos e lutas, eu não faltava a Santa Comunhão. Quando achava que não devia comungar, procurava antes da Comunhão a Mestra e dizia-lhe que não podia comungar, parecia-me que não deveria comungar. Ela, no entanto, não permitia que eu deixasse à Santa Comunhão; comungava e vi que somente a obediência me salvava.

     Foi a própria Mestra que me disse mais tarde que essas minhas provações passaram depressa justamente porque a ¨Irmã foi obediente. É só pelo poder da obediência a Irmã superou tudo isso com tanta coragem.¨ Na verdade foi o próprio Senhor que me tirou desse tormento, mas a fidelidade à obediência Lhe foi agradável. Embora sejam coisas pavorosas, nenhuma alma deve assustar-se demasiadamente com elas, porque Deus não nos submete a provas que estejam acima de nossas forças.

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     E, por outro lado, talvez Ele nunca permita que soframos tais suplícios. Escrevo isso para que, se Deus houver por bem conduzir alguma alma por semelhantes suplícios, que não tenha medo, mas seja fiel a Deus em tudo, na medida, em que isso depender dela. Deus não causará dano à alma, pois é o próprio Amor, e foi nesse amor inconcebível que a chamou à existência.

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     Mas eu, quando estava nessas aflições nada compreendia. Ó meu Deus, conheci que não sou desta Terra; Deus infundiu tal consciência na minha alma (em ) alto grau. A minha permanência é mais no Céu do que na Terra, embora eu em nada descuide das minhas obrigações.

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     Nesse período não tinha um diretor espiritual e não recebia qualquer tipo de orientação. Eu pedia ao Senhor, mas Ele não me dava um diretor. O próprio Jesus era o meu Mestre desde a minha infância, até agora. Conduziu-me através de todos os desertos e perigos, e reconheço claramente que somente Deus me poderia ter conduzido por um tão grande perigo sem nenhum prejuízo e sem risco, deixando a minha alma imune e fazendo-me vencer todas as dificuldades, mesmo as mais inconcebíveis. Saí (...) . Todavia, mais tarde, o Senhor deu-me um diretor.

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     Após esses sofrimentos, a alma esta em grande pureza de espírito e muita próxima de Deus. Devo, porém, observar que, nesses tormentos espirituais, embora se encontre perto de Deus, nesses tormentos espirituais, embora se encontre perto de Deus, ela está cega. O olhar da alma é envolvido pelas trevas, apesar de Deus estar bem mais próximo de uma alma tão sofredora. Todo o Deus estar bem mais próximo de uma alma tão sofredora. Todo o segredo consiste em que ela de nada sabe. Ela afirma não somente ter sido abandonada por Deus, mas ter-se tornado objeto do seu ódio. Que grande doença dos olhos da alma que, atingida pela luz divina, afirma que esta luz não existe. E, no entanto, ela é tão forte que a cega.      Todavia, conheci mais tarde que Deus está mais perto da alma nesses momentos do que em outras ocasiões, porque, com a simples ajuda da graça ela não suportaria tais provações. Atuam aqui a onipotência de Deus e a graça extraordinária, porque de outra forma a alma sucumbiria ao primeiro golpe.

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     Ó Mestre Divino, o que acontece na minha alma é somente obra Vossa. Vós, o Senhor, não receais colocar a alma à beira de um terrível precipício, onde ela se amedronta e se assusta, e novamente a fazeis voltar a Vós. Eis os nossos insondáveis mistérios!

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     Quando nesses tormentos da alma eu procurava acusar-me na Santa Confissão dos menores defeitos, o sacerdote admirou-se por eu não ter cometido faltas maiores e disse-me estas palavras: ¨Se em meio a esses tormentos a Irmã é tão fiel a Deus para mim isto já é prova de que Deus está amparando a Irmã com Sua graça especial, e até é bom que a Irmã não compreenda isso.¨ Contudo, é estranho que os confessores não me pudessem compreender nem tranquilizar com relação a essas coisas. E foi assim até que encontrou Frei Andrasz e depois Padre Sopocko.

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